(clica gostoso)

Rapaz, e os cartões corporativos? Abençoados sejam os políticos que usam bem nosso dinheiro. Dizem, que até puta anda aceitando cartão corporativo.



Escrito por Marco Gaverio às 12h27
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Novos experimentos. Photoshop sobre grafite. (Clique na imagem).



Escrito por Marco Gaverio às 13h43
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Gatos

Gatos

Finalmente, depois de um longo período de estudos, o rascunho definitivo. Aprovado, é hora de finalizar e dar vida ao bichano.



Escrito por Marco Gaverio às 13h32
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Gatos

Gatos

Primeiros rascunhos e estudos de gatos. Nunca foi tão foda desenhar. Podiam ter me pedido coisas esdrúxulas como uma Carla Perez mais inteligente mas, simples gatos? Algúem já disse que fazer o simples é o mais difícil.



Escrito por Marco Gaverio às 14h58
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A idiotice conservadora

A idiotice conservadora



Sinceramente, cada vez fico mais fodido com o rumo que tomamos. Antes, eu tinha um tesão enorme por jornalismo. Hoje, nesse momento, escrevendo isto, é como se eu tivesse tido uma broxada. Sabe quando você delira, imaginando aquela puta gostosa sem roupa, e daí, ao despí-la, depara-se com menos? Tive essa sensação de desânimo geral. “Uma falência múltipla de órgãos”, diria Adão. Porra, não há indignação. Tudo o que se lê, é frio, paralisado e escroto. É tudo muito politicamente correto, conservador e moralista demais. O que salva hoje, são os Blogs. Muita gente mete o pau nessa mídia, mas é o que incomoda. Nisso aqui, é tudo seco, molhado, amargo, doce e azedo. Não existe trocar Preto por Afro-descendente, Deficiente Físico por Especial ou esconder um “palavrão”. Xinga quem quer(não me refiro a ofensa tola), lê quem quer, comenta quem quer e fala como quer. Quem inventou esse estigma da escrita prolixa e conservadora com certeza não trepava com ninguém ou era mal fodido. Na Record, se ouve o “Pi” ao invés de merda ou porra. Mas, exorcizar e roubar dos fiéis mais ignorantes não há censura. Cada cabeça uma sentença, cada bolso um peso, cada religião um preço. Financia a igreja quem pode e quer. Conheço muita gente que dá o que não tem, e ainda acredita que o carro importado ou a casa de veraneio do pastor é doação das elites. Quer saber de uma mistura perigosa? Política e Religião. De isso a um homem, e a merda estará feita.


Tenho medo dos pseudos-intelectualóides que vejo surgir. Caras que lêem Trotsky e ainda chamam Marx de imbecil. Isso eu vi acontecer. Nunca li nenhum dos dois, não pretendo atualmente, mas conheço a linha do pensamento. Caras que, depois do primeiro ano de faculdade de letras, curtem Jobim, Gilberto, Buarque e Los Hermanos e dizem que o Rock’n’Roll – que curtiam antes do cursinho – não é cultura. A cultura não é par, mas a música é mundial, e dizer que o Rock não teve nenhuma importância é ser hipócrita e burro. E, esses caras de Letras, muitos deles, serão os jornalistas de amanhã.



Escrito por Marco Gaverio às 15h46
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Audrey Kawasaki

Audrey Kawasaki

A melancolia e o erotismo são as bases da arte espetacular desta garota chamada Audrey Kawasaki. Ela mistura a inocência feminima dos mangás com o erótico da Art Nouveau em  tábuas de madeira. Lindo, simples e atordoante.



Escrito por Marco Gaverio às 12h11
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A cand to Aldo

A candy to Aldo



Há quem diga que a língua portuguesa tem de ser defendida dos estrangeirismos intempestivos imperialistas. Mas todos sabem que o Brasil é um grande celeiro destes estrangeirismos desde a época de Getúlio, quando os Estados Unidos gentilmente financiaram algumas manobras golpistas e antidemocráticas a favor da república federativa do Brasil. Mas isso é “folklore”.


Sendo assim, a palavra folclore será extinta de nossos vocábulos e dicionários, já que é um estrangeirismo. Isso é o que cita a Lei que pode ser aprovada: A lei de proteção à língua portuguesa falada e escrita, criada pelo Deputado Federal Aldo Rabelo, que proíbe citações estrangeiras em qualquer forma de expressão: escrita ou falada.


Aí está o ponto crucial da questão: Liberdade de expressão. Como diria o velho ditado: “Quem tem boca vaia Roma”, mas sem palavras a boca é inútil. Isso me parece mais uma manobra contra a inteligência e capacidade de raciocínio do Brasileiro que já sofre sem comida e oportunidades. A única coisa que ainda nos pertence está em pleno processo de destruição, a nossa capacidade de falar e nos expressar com o que temos e com o que sabemos. George Orwell já previa isso, chamando essa diminuição de vocabulário de Novilíngua.


A língua deve ser o patrimônio mais dinâmico e adaptável do mundo. Sem esses estrangeirismos não falaríamos o português de hoje. Grandes maiorias de nossas palavras derivam-se do Grego. Outras, do Latim e algumas do Africano. Tudo isso se miscigenou com o tempo, com a evolução da escrita e da fala.


Antes era o Francês que causava furor. Hoje o inglês. Inglês esse que é ensinado em escolas e obrigatório em vestibulares. Se o Deputado Aldo não sabe, isso se chama globalização.


Acha-se que isso fere a cultura de um povo. O que fere a cultura é a incorporação de outra em lugar que não se conhece a própria. Qual criança sabe as lendas da Iara, que conhece o Boitatá ou Mula sem cabeça? Poucas. Mas qual delas nunca participou de uma festinha abastada chamada Halloween? Ora, quanta hipocrisia, Senhor Aldo.


Destruiremos Shoppings e Pizzarias. Não assistiremos mais ao Futebol ou Voleibol. Não tomaremos mais Coca-cola. Viveremos em plena constipação psicológica e isoladamente do resto do mundo. Mas tudo isso, não passa de folclore.



Escrito por Marco Gaverio às 16h19
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O retorno do Jedi

Por que manter um blog? Não sei. Existem coisas que só dão prazer à quem faz. Digo que manter um blog é como se masturbar (que os mais católicos me desculpem). Nesses tempos de exílio aprendi muita coisa nova, como por exemplo não atear fogo em mendigos ou prostitutas sendo pobre, ou dirigir bebado sem ter carro com air-bag. São nesses dias de dificuldades que vemos nossas fraquezas e não resistimos ao espírto natalino. Diga Feliz ano novo ao seu chefe - mesmo que ele seja um filho da puta. Diga feliz ano novo para sua ex-namorada que te chifrou - não esqueça do Ricardão. Nessa época toda falsidade é válida. Até a falsidade mais verdadeira.



Escrito por Marco Gaverio às 14h06
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